domingo, 6 de outubro de 2019

Conteúdo 3º trimestre 9ª ano "Jogos e brincadeiras - ((re) construção do jogo)" Educação física


Educação física
4º Conteúdo 3º trimestre
Mayara  Campos  Rodrigues
Professora de  Educação Física
Colégio Militar da Policia Militar
“Marcantonio Vilaça II”

9ª ANO

Jogos e brincadeiras - ((re) construção do jogo)

Jogo não é Sinônimo de Esporte!

          É comum utilizarmos os termos jogo e esporte para designarmos as mesmas atividades. Contudo, o jogo e o esporte são fenômenos diferentes da cultura corporal. Para avançarmos na compreensão da manifestação corporal jogo, é necessário termos a compreensão do que é cada um deles.

Conceito de Jogo
De acordo com o Coletivo de Autores (1992), o jogo é uma invenção do homem, um ato em que as suas intencionalidades e curiosidades resultam num processo criativo para modificar, imaginariamente, a realidade e o presente. Caracteriza-se pela espontaneidade, flexibilidade, descompromisso, criatividade, fantasia e expressividade, representadas de diversas formas, próprias de cada cultura (BRUHNS, 1996).

A Importância do Jogo
O jogo oferece situações de aprendizagem ricas e interessantes, promove o desenvolvimento físico/motor, a interação entre os participantes, permitindo o confronto de percepções de esquemas, comparações, troca de informações e pontos de vista, modificações de conceitos e conhecimentos diversos.

Classificações dos Jogos
Os jogos são classificados em três categorias, que são interligadas histórica e teoricamente:
       Jogos Populares;
       Jogos de Salão;
       Jogos Esportivos.

Jogos Populares

Os jogos populares são aqueles em que seus elementos podem ser alterados/decididos pelos próprios jogadores e que possuem regras flexíveis. São jogos que geralmente não precisam de materiais elaborados, na maioria das vezes os materiais necessários estão presentes no ambiente de vivência do jogo. Desta forma, os jogos populares variam de lugar para lugar. São exemplos de jogos populares de nossa cultura: toca, barra bandeira, se esconder, 7 pecados, notinha, 7 cacos, dono da rua, etc.

Jogos de Salão

Os jogos de salão são jogos de tabuleiro ou mesa que utilizam peças para representação dos jogadores. Possuem regras pré-determinadas. Os jogos de salão são caracterizados pela utilização do raciocínio lógico e de estratégias minuciosamente elaboradas, requerendo do jogador  muita atenção e concentração durante o jogo. São exemplos de jogos de salão: dominó, dama, xadrez, gamão, baralho, trilha, uno, fubica, quebra cabeças, etc.

Jogos Esportivos

São jogos derivados dos esportes. São criados a partir de fundamentos básicos de um ou dois esporte e\ou com materiais de um ou dois esportes. Exemplos: trave a trave ou barra a barra, futevôlei, dupla, etc.



Conteúdo 3º trimestre 9ª ano "ESPORTE ADAPTADO" Educação física

Educação física
3º Conteúdo 3º trimestre
Mayara  Campos  Rodrigues
Professora de  Educação Física
Colégio Militar da Policia Militar
“Marcantonio Vilaça II”
9ª ANO


ESPORTE ADAPTADO

O esporte adaptado foi idealizado pelo médico inglês Sir Ludwing Guttmann, neurologista e neurocirurgião, no ano de 1944. Ludwing desenvolvia suas atividades profissionais no centro de lesados medulares do Hospital de Stoke Mandeville e desenvolveu um programa de recuperação para seus pacientes envolvendo uma série de modalidades desportivas.
A prática de modalidades esportivas adaptadas no Brasil teve início após o ano de 1950, onde o carioca Robson Sampaio de Almeida fundou o clube do otimismo e o paulista Sérgio Serafim Del Grande fundou o clube dos paraplégicos. Os mesmos tornaram-se deficientes físicos em acidentes e procuraram reabilitação nos Estados Unidos. E, após a participação em diversas modalidades esportivas como parte integrante do programa de recuperação, retornaram ao Brasil e fundaram instituições com o objetivo de auxiliar a recuperação de outros deficientes.

A prática regular de um programa de exercícios físicos ou prática esportiva por pessoas com deficiência física pode ter três objetivos distintos: lazer, competição ou terapêutico. Pode proporcionar a oportunidade de testar seus limites e potencialidades, prevenir as enfermidades secundárias à sua deficiência, além de outros benefícios como:
·         Estimular a independência e autonomia;
·         Socialização com outros grupos;
·         A vivência de situações de sucesso e superação de situações de frustração;
·         Melhorar as condições organofuncionais (aparelhos circulatório, respiratório, digestório, reprodutor e excretor);
·         Melhorar a força e resistência muscular global;
·         Melhorar a velocidade;
·         Aprimorar a coordenação motora global e ritmo;
·          Melhorar o equilíbrio estático e dinâmico;
·         Promover e encorajar o movimento;
·         Prevenir deficiências secundárias; 
·         Manter ou promover saúde e condição física;
·          Desenvolver habilidades motoras e funcionais para melhor realização das atividades de vida diária.
O Comitê Paralímpico Internacional(IPC)  reconhece cinco categorias de deficiência para a participação em suas competições:
1-paralisados cerebrais;
2-deficientes visuais;
3-atletas em cadeira de rodas;
4-amputados;
5-les autres.

A equipe de classificação pode ser composta por três profissionais da área de saúde: médico,  professor de Educação Física e fisioterapeuta . A classificação é realizada em três estágios: médico, funcional e técnico.

Avaliação Médica

É realizada através de um exame físico para diagnosticar exatamente a patologia do atleta, bem como sua inabilidade que afeta a função muscular necessária para um determinado movimento. As informações são descritas em fichas apropriadas e arquivadas no banco de dados.

Avaliação Funcional

R
ealizada através de testes de força muscular, amplitude de movimento articular, mensuração de membros, coordenação motora, evidenciando os resíduos musculares utilizados para a performance na prova.

Avaliação Técnica

Consiste na demonstração da prova realizada utilizando as adaptações necessárias. São observados os grupos musculares na realização do movimento, técnica utilizada, prótese e órtese utilizada.
Durante a competição, os classificadores poderão continuar observando os atletas. O objetivo é analisar todos os aspectos possíveis. O classificador poderá monitorar uma classificação durante vários eventos.

CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL:
Atletismo:
As provas podem ser disputadas por atletas com qualquer tipo de deficiência em categorias masculina e feminina. Os atletas são divididos por classes de acordo com o seu grau de deficiência, que competem entre si nas provas de pistas, campo, pentatlo e maratona.
Para provas de campo - arremesso, lançamentos e saltos
F – Field (campo)
•    F11 a F13 – deficientes visuais
•    F20 – deficientes mentais
•    F31 a F38 – paralisados cerebrais (31 a 34 -cadeirantes e 35 a 38 - ambulantes)
•    F40 - anões
•    F41 a F46 – amputados e Les autres
•    F51 a F58 – Competem em cadeiras (sequelas de Polimielite, lesões medulares e amputações)Para provas de pista - corridas de velocidade e fundo
T – track (pista)
•    T11 a T13 – deficientes visuais
•    T20 – deficientes mentais
•    T31 a T38 – paralisados cerebrais (31 a 34 -cadeirantes e 35 a 38 - ambulantes)
•    T41 a T46 – amputados e les autres
•    T51 a T54 – Competem em cadeiras (seqüelas de Polimielite, lesões medulares e amputações)
Tênis de mesa:
Deficientes físicos como o lesado cerebral, lesado medular, amputados ou portador de qualquer tipo de deficiência física pode participar desta modalidade esportiva, onde as provas são realizadas em pé ou sentado. As provas podem ser realizadas em duplas e individuais, sendo a classificação de acordo com o nível de deficiência. As regras sofrem poucas modificações, em relação ao tênis de mesa convencional.
Os atletas são divididos em onze classes distintas. Quanto maior o número da classe, menor é o comprometimento físico-motor do atleta. A classificação é realizada a partir da mensuração do alcance de movimentos de cada atleta, sua força muscular, restrições locomotoras, equilíbrio na cadeira de rodas e a habilidade de segurar a raquete.

•    TT1, TT2, TT3, TT4 e TT5 – atletas cadeirantes
•    TT6, TT7, TT8, TT9, TT10 – atletas andantes
•    TT11 - atletas andantes com deficiência mental
Voleibol:
Praticado por atletas lesados medulares que participam de voleibol sentado e os amputados, que participam desta modalidade em pé .
O sistema de classificação funcional do voleibol é dividido, portanto, entre amputados e les autres. Para amputados, são nove classes básicas baseadas nos seguintes códigos:
AK - Acima ou através da articulação do joelho (above knee)
BK - Abaixo do joelho, mas através ou acima da articulação tálus-calcanear (below knee)
AE - Acima ou através da articulação do cotovelo (above elbow)
BE - Abaixo do cotovelo, mas através ou acima da articulação do pulso (below elbow)
Código básico de classificação para amputados:
•    Classe A1 = Duplo AK
•    Classe A2 = AK Simples
•    Classe A3 = Duplo BK
•    Classe A4 = BK Simples
•    Classe A5 = Duplo AE
•    Classe A6 = AE Simples
•    Classe A7 = Duplo BE
•    Classe A8 = BE Simples
•    Classe A9 = Amputações combinadas de membros inferiores e superiores.
Bocha:
Adaptada para paralisados cerebrais severos. O objetivo do jogo consiste em lançar as bolas o mais perto possível da bola branca. Os jogadores podem ser classificados em quatro classes:
•    BC1: Tanto para arremessadores CP1 como para jogadores CP2. Atletas podem competir com o auxílio de ajudantes, que devem permanecer fora da área de jogo do atleta. O assistente pode apenas estabilizar ou ajustar a cadeira do jogador e entregar a bola a pedido.
•    BC2: Para todos os arremessadores CP2. Os jogadores não podem receber assistência.
•    BC3: Para jogadores com deficiências muito severas. Os jogadores usam um dispositivo auxiliar e podem ser ajudados por uma pessoa, que deve permanecer na área de jogo do atleta mas deve se manter de costas para os juízes e evitar olhar para o jogo.
•    BC4: Para jogadores com outras deficiências severas, mas que não podem receber auxílio.
CP (Paralisia Cerebral).
Futebol:
O  atleta portador de paralisia cerebral compete na modalidade de campo e o atleta amputado compete na modalidade de quadra. Alterações nas regras como o número de jogadores, largura do gol e da marca do pênalti estão presente.
Futebol de Cinco :
Em Jogos Paralímpicos, esta modalidade é exclusivamente praticada por atletas da classe B1 (cegos totais) que não têm nenhuma percepção luminosa em ambos os olhos; ou têm percepção de luz, mas com incapacidade de reconhecer o formato de uma mão a qualquer distância ou direção.

Futebol de Sete
Os jogadores são distribuídos em classes de 5 a 8, de acordo com o grau de comprometimento. Durante a partida, o time deve ter em campo no máximo dois atletas da classe 8 (menos comprometidos) e, no mínimo, um da classe 5 ou 6. Os jogadores da classe 5 são os que têm o maior comprometimento motor.


Conteúdo 3º trimestre 9ª ano "Ginástica e educação física" Educação física


Educação física
2º Conteúdo 3º trimestre
Mayara  Campos  Rodrigues
Professora de  Educação Física
Colégio Militar da Policia Militar
“Marcantonio Vilaça II”
9ª ANO

Ginástica e educação física

GINÁSTICA ANAERÓBICA (anaeróbia)
& GINÁSTICA AERÓBICA (aeróbia)

¢  Você já fez ginástica?
O que é ginástica?
 Você sabe onde surgiu?
Não sabe responder essas questões?
¢  Calma, vamos conhecer um pouco sobre a ginástica e depois você responderá!
¢  Mas afinal, o que é ginástica?
História
¢  A história da ginástica confunde-se com a história do homem. A ginástica “vem da Pré-história, afirma-se na Antiguidade, estaciona-se na Idade Média, fundamenta-se na Idade Moderna e sistematiza-se nos primórdios da Idade Contemporânea”.
Idade Contemporânea
A ginástica chega aos nossos dias com o acúmulo de conhecimentos e práticas desenvolvidos pela humanidade ao longo da história, sendo hoje uma prática corporal com inúmeras faces e objetivos. Podemos identificar como funções da ginástica hoje:
-          Estético;
-          Condicionamento Físico;
-          Competição;
-          Reabilitação;
-          Prevenção;
-          Laboral;
-          Etc.
Conceito
É comum as pessoas acharem que toda atividade que há gasto de energia (atividade física) é ginástica.  Mas não é bem assim.
            Segundo Pérez Gallardo 2002, Ginástica é qualquer ação repetitiva com o objetivo de melhorar a aptidão física e\ou a execução de uma habilidade.    (Retirado do Dicionário Crítico de Educação Física)
    Desta forma, toda ginástica é uma atividade física, mas nem toda atividade física é ginástica. Entendeu?
Vamos Entender:
Vamos tomar como exemplos duas atividades corporais:                
1ª) Tomar banho
2ª) Malhar na academia
            As duas são atividades físicas porque ambas são atividades corporais que há gasto de energia. Agora, só malhar na academia é ginástica. Vamos entender porque: Para que a atividade seja considerada ginástica, segundo Pérez Gallardo, ela precisa ser uma atividade repetitiva e que tenha o objetivo de melhorar a aptidão física e\ou a execução de uma habilidade. E só a 2ª atividade (malhar na academia) é ginástica porque é uma atividade física repetitiva e que tem o objetivo de melhorar a aptidão física e\ou a execução de uma habilidade. Já tomar banho é uma atividade física e de certa forma repetitiva, mas não tem o objetivo de  melhorar a aptidão física e\ou a execução de uma habilidade, por isso não é ginástica.

Alguns conceitos
¢  Imagem corporal é a figuração do próprio corpo formada e estruturada na mente do mesmo indivíduo, ou seja, a maneira como o corpo se apresenta para si próprio. É o conjunto de sensações sinestésicas construídas pelos sentidos (audição, visão, tato, paladar), oriundos de experiências vivenciadas pelo individuo, em que o referido cria um referencial do seu corpo, para o seu corpo e para o outro, sobre o objeto elaborado. (Leonardo Mataruna) Disponível em:  http://www.efdeportes.com/efd71/imagem.htm
¢  Padrão corporal é um modelo corporal determinado pela sociedade como o corpo perfeito, o belo, o ideal de se ter naquele momento. Estar distante desse padrão é sinônimo de estar fora de moda.
¢  Anabolizantes são drogas fabricadas geralmente do hormônio masculino Testosterona, produzido pelos testículos. Eles ajudam no crescimento dos músculos (efeito anabólico) e no desenvolvimento das características sexuais masculinas como: pelos, barba, voz grossa ,etc. (efeito androgênico) (2).

GINÁSTICA ANAERÓBICA  (anaeróbia)
¢  Anaeróbia significa sem oxigênio e o termo resistência anaeróbia refere-se ao sistema energético que permite aos músculos funcionarem utilizando a energia que têm armazenada . O treino de resistência anaeróbia permite ao atleta tolerar o aumento da concentração de ácido lático.
Exercícios Anaeróbicos
¢  Os exercícios anaeróbicos utilizam uma forma de energia que não depende do uso do oxigênio, são atividades de curta duração e de grande intensidade, e muitos são direcionados apenas para alguns músculos. Normalmente, o foco dos exercícios anaeróbicos é o aumento da massa muscular, da força e o enrijecimento.

GINÁSTICA  AERÓBICA  (aeróbia)
A Ginástica aeróbica , pode ter vários tipos como a step, espetacular, jump e outras, em sentido amplo, é uma combinação de GINÁSTICA CLÁSSICA com DANÇA.
É um treinamento dinâmico com movimentos rítmicos flanqueado com MÚSICA motivadora.
Os elementos principais da ginástica aeróbica são coordenação motora e fitness.
Exercícios Aeróbicos
Os exercícios aeróbicos trabalham uma grande quantidade de músculos de forma rítmica, aeróbico significa “com oxigênio”, portanto, usam o oxigênio no processo de geração de energia dos músculos, e também para queimar gordura e glicose que produzem adenosina trifosfato, responsável por transportar energia para as células. São feitos em um determinado nível de intensidade, por um período contínuo, e estimulam a função dos sistemas cardiorespiratório, vascular e o metabolismo.Exercícios Aeróbicos


Conteúdo 3º trimestre 9ª ano "FUTEBOL DE CAMPO" Educação física


 Educação física

 Conteúdo 3º trimestre
Mayara  Campos  Rodrigues
Professora de  Educação Física
Colégio Militar da Policia Militar
“Marcantonio Vilaça II”
9ª ANO


FUTEBOL DE CAMPO

História do futebol “Origem”

¢  Meados de 3000 a.C
¢  China Antiga - CABEÇA DOS INIMIGOS
¢  Japão Antigo - KEMARI
¢  Grécia e Roma - EPISKIROS
¢  Idade Média - SOULE HARPASTUM      
¢  Século XVII chega à Inglaterra (1862) GIOCO DE CÁLCIO
¢  Atualmente - FUTEBOL

O futebol chega ao Brasil

¢  Clarles Miller trouxe na bagagem a primeira bola e um conjunto de regras;
¢  O futebol surgiu no Brasil em 1894 “oficialmente”.
¢  Primeiro time “oficial” (São Paulo Atlethic)
¢  Primeiro jogo oficial foi entre:
¢  CIA DE GÁS X CIA FERROVIÁRIA (SÃO PAULO RAILWAY)
¢  Um jogo primeiramente para a elite branca.

Origens do futebol na China Antiga

Na China Antiga, por volta de 3000 a.C, os militares chineses praticavam um jogo que na verdade era um treino militar. Após as guerras, formavam equipes para chutar a cabeça dos soldados inimigos. Com o tempo, as cabeças dos inimigos foram sendo substituídas por bolas de couro revestidas com cabelo. 
Formavam-se duas equipes com oito jogadores e o objetivo era passar a bola de pé em pé sem deixar cair no chão, levando-a para dentro de duas estacas fincadas no campo. Estas estacas eram ligadas por um fio de cera.

Origens do futebol no Japão Antigo 

No Japão Antigo, foi criado um esporte muito parecido com o futebol atual, porém se chamava Kemari. Praticado por integrantes da corte do imperador japonês, o kemari acontecia num campo de aproximadamente 200 metros quadrados. A bola era feita de fibras de bambu e entre as regras, o contato físico era proibido entre os 16 jogadores (8 para cada equipe). 
Historiadores do futebol encontraram relatos que confirmam o acontecimento de jogos entre equipes chinesas e japonesas na antiguidade.

Origens do futebol na Grécia e Roma

Os gregos criaram um jogo por volta do século I a.C que se chamava Episkiros. Neste jogo, soldados gregos dividiam-se em duas equipes de nove jogadores cada e jogavam num terreno de formato retangular. Na cidade grega de Esparta, os jogadores, também militares, usavam uma bola feita de bexiga de boi cheia de areia ou terra. O campo onde se realizavam as partidas, em Esparta, eram bem grandes, pois as equipes eram formadas por quinze jogadores.
Quando os romanos dominaram a Grécia, entraram em contato com a cultura grega e acabaram assimilando o Episkiros, porém o jogo tomou uma conotação muito mais violenta.

Bolas de futebol “evolução”





¢  1894 “Cordão”; 1940 “C. Inter.”; 1962 “18 gomos, branca”; 2010 “tecnologia, sintética muitas cores”.





quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Conteúdo 3º trimestre 7ª ano "DANÇA COMO ATIVIDADE FÍSICA" Educação física

Educação física
Conteúdo 3º trimestre
Mayara  Campos  Rodrigues
Professora de  Educação Física
Colégio Militar da Policia Militar
“Marcantonio Vilaça II”
7ª ANO
DANÇA COMO ATIVIDADE FÍSICA
DANÇA NA ESCOLA
  A dança pode ser considerada a primeira manifestação do emocional humano, antes da linguagem, antes da música, a necessidade de extravasar um sentimento fez o homem dançar. Com passos simples, movimento místico, dançou de alegria, de tristeza, de gratidão dançou até para anunciar a guerra e descobriu em sua longa e difícil trajetória, que poderia dançar por prazer para ostentar sua riqueza e afirmar seu poder (ASCHCAR, 1998, p. 11).
Dança como atividade física
A dança é entendida como uma forma de comunicação que expressa ideias por meio da linguagem corporal: emoções, sentimentos e valores. Pode ser utilizada como um dos elementos constituintes da cultura corporal a serem tematizados nas aulas de Educação Física.
DEFINIÇÃO
  São atividades de manifestação cultural que têm como características a intenção de expressão e comunicação por meio de gestos, na presença de estímulos sonoros.
ESTILOS
  Dança Clássica – exige muita disciplina na coreografia;
  Dança de Salão – praticada por casais como forma de entretenimento;
  Dança Folclórica – reflete as tradições populares;
  Dança Moderna ou Contemporânea – utiliza técnica própria, libertando-se dos princípios rígidos da dança clássica.
CLASSIFICAÇÃO :

DANÇAS TRADICIONAIS – representam a cultura particular de uma região.
Ex: danças indígenas, dos imigrantes    ( alemães, italianos, portugueses, africanos...), brasileiras( fandango, baião, boi - bumbá, boi de mamão, maracatu, frevo, xaxado, quadrilha...)
Danças populares: são as danças atuais, vinculadas pela mídia e ou praticadas pela comunidade.
EX; samba, reggae, axé, dance, rap, sertaneja, funk, rock’n roll...

Danças sistematizadas : são aquelas que possuem técnicas sistematizadas.
Ex: balé, dança contemporânea,dança de salão (valsa, tango, salsa, merengue, samba de gafieira, lambada, maxixe).
Danças e ritmos que fazem parte do cotidiano dos jovens atualmente:
  Dance : dança eletrônica com movimentos mais soltos e pequenas coreografias.
  Rap : ritmo de dança de rua, com letras que tratam das dificuldades que o povo mais carente enfrenta.
  Sertanejo: caracteriza-se pela melodia simples e melancólica.
  Axé : dança com características afrodescendentes.
  Samba : dança  originária dos escravos africanos.
  Forró :dança que exibe malícia e sensualidade.
  Funk : tem origem no estilo afrodescendente dos EUA.
  Reggae :originária da Jamaica, caracteriza-se pela crítica social.

ATIVIDADE
Defina dança:
2-Qual a classificação das danças?
3- Defina dança popular:
4-Defina dança tradicional:
5-Defina dança sistematizada:
6-Quais são os estilos de dança?

terça-feira, 1 de outubro de 2019

Conteúdo 3º trimestre 7ª ano "Meio ambiente" Educação física


Educação física
Conteúdo 3º trimestre
Mayara  Campos  Rodrigues
Professora de  Educação Física
Colégio Militar da Policia Militar
“Marcantonio Vilaça II”
7ª ANO

MEIO AMBIENTE

A Política Nacional de Meio Ambiente brasileira, Lei 6.938/81, entende por meio ambiente “o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas”.
De acordo com o conceito de meio ambiente, fica clara a impossibilidade de dissociar os elementos que o compõe (físicos, químicos e biológicos), inclusive o próprio homem. Podemos resumir ambiente então, como sendo o lugar onde vivemos, bem como suas inter-relações.

CLASSIFICAÇÃO DE MEIO AMBIENTE:

AMBIENTE NATURAL:
É onde se dá a correlação recíproca entre as espécies e as relações destas com o meio físico que ocupam. Constituído pela biosfera, ou seja, o solo, a água, o ar atmosférico, a flora e a fauna.





AMBIENTE CULTURAL:

Integrado pelo patrimônio artístico, histórico, turístico, paisagístico, arqueológico e espeleológico;


AMBIENTE ARTIFICIAL:
Formado pelo espaço urbano construído, consubstanciado no conjunto de edificações e pelos equipamentos públicos: ruas, praças, áreas verdes e todos os demais assentamentos de reflexos urbanísticos.


POLUIÇÃO AMBIENTAL x QUALIDADE DE VIDA

Diante de tantos impactos, decorrentes do mal uso dos recursos naturais, o homem perde em qualidade de vida nos grandes centros urbanos e até nas áreas rurais. Enchentes; ilhas de calor;  inversão térmica;  chuva ácida;  aquecimento global; desertificação;  assoreamento de rios;  escassez de água potável são alguns dos problemas decorrentes de práticas insustentáveis e que interferem na qualidade de vida.

    
                 QUALIDADE DE VIDA
Qualidade de vida é o método utilizado para medir as condições de vida de um ser humano. É o conjunto de condições que contribuem para o bem físico e espiritual dos indivíduos em sociedade.

INTERFERÊNCIA DO MEIO AMBIENTE NA QUALIDADE DE VIDA:

ENCHENTES
ASSOREAMENTO
CHUVA  ÁCIDA
INVERSSÃO TÉRMICA
ILHAS DE CALOR
AQUECIMENTO GLOBAL